segunda-feira, 28 de setembro de 2026

Augusto Farfus vence as 6 horas de fuji em final eletrizante no FIA WEC !

 

O Brasil voltou ao lugar mais alto do pódio no Campeonato Mundial de Endurance da FIA (FIA WEC). Augusto Farfus venceu neste domingo as 6 Horas de Fuji, no Japão, na categoria LMGT3, após uma corrida de recuperação e uma atuação decisiva nos minutos finais.

Ao lado de Sean Gelael e Darren Leung, o brasileiro levou o BMW M4 GT3 EVO #32 do Team WRT à vitória depois de largar no fundo do pelotão da categoria. A equipe avançou durante as seis horas de prova e chegou à fase decisiva em condições de disputar as primeiras posições. Farfus assumiu o carro para o trecho final e transformou a recuperação em vitória.

Após a última rodada de pit stops, o BMW #32 ocupava a quinta posição. Na relargada final, com cerca de 20 minutos restantes, Farfus partiu para o ataque e protagonizou uma sequência de ultrapassagens que o levou à liderança da LMGT3.

O brasileiro recebeu a bandeira quadriculada com 1s062 de vantagem sobre o Aston Martin #27 da Heart of Racing, enquanto a Corvette #34 da Racing Team Turkey by TF completou o pódio.

FARFUS AMPLIA SUA HISTÓRIA NO MUNDIAL DE ENDURANCE

A vitória no Japão acrescenta mais um capítulo à trajetória de Augusto Farfus no FIA WEC e consolida uma parceria que já produziu resultados importantes para BMW e Team WRT.

Piloto oficial da BMW M Motorsport desde 2007, Farfus disputa sua terceira temporada consecutiva na LMGT3 do Mundial. Sua primeira vitória na categoria aconteceu nas 6 Horas de Imola de 2024, também ao lado de Darren Leung e Sean Gelael. Na ocasião, o resultado marcou ainda a primeira vitória de classe da BMW na história do FIA WEC.

Poucos meses depois, o mesmo trio conquistou o segundo lugar na LMGT3 nas 24 Horas de Le Mans de 2024, levando a BMW de volta ao pódio da tradicional prova francesa pela primeira vez desde 2011.

Agora, em Fuji, Farfus, Gelael e Leung voltaram juntos ao topo do pódio, em uma vitória construída com ritmo, estratégia e uma atuação decisiva do brasileiro no último stint.

Aos 43 anos, o curitibano reúne em seu currículo conquistas em algumas das principais provas de endurance do mundo. Além das vitórias no FIA WEC, venceu as 24 Horas de Daytona em 2019 e 2020, as 24 Horas de Nürburgring em 2010, a FIA GT World Cup de Macau em 2018 e as 12 Horas de Bathurst em 2025.

UMA CORRIDA DECIDIDA NOS ÚLTIMOS MINUTOS

As 6 Horas de Fuji tiveram uma configuração incomum desde sábado. As condições meteorológicas impediram a realização da classificação e da Hyperpole, fazendo com que o grid fosse definido a partir dos tempos dos treinos livres.

Na Hypercar, a Alpine #36 partiu da primeira posição e confirmou desde o início o forte ritmo apresentado ao longo do fim de semana. A equipe francesa permaneceu na disputa pela liderança durante grande parte das seis horas e parecia encaminhada para a vitória.

O cenário mudou completamente na última hora.

Um acidente envolvendo a McLaren #58 provocou uma nova neutralização da prova e abriu uma janela estratégica para as equipes. A Toyota apostou em uma parada curta, colocando apenas o combustível necessário para chegar ao final. A estratégia permitiu que o Toyota TR010 HYBRID #8, que estava em sexto antes da sequência decisiva de pit stops, retornasse à pista na liderança.

Com cerca de 20 minutos restantes, a corrida recomeçou e Ryo Hirakawa precisou resistir à forte pressão de Victor Martins, no Alpine #36.

A diferença na bandeirada mostra o nível da disputa: apenas 0s591 separaram os dois carros após seis horas de corrida.

Hirakawa, Sébastien Buemi e Brendon Hartley conquistaram assim a vitória diante do público japonês, com o BMW #15 completando o pódio da Hypercar na terceira posição.

O resultado marcou ainda a décima vitória da Toyota em casa nas 6 Horas de Fuji.

UMA LMGT3 DECIDIDA NA PISTA

Se a estratégia foi determinante para definir a vitória geral, na LMGT3 o espetáculo ficou por conta das disputas diretas por posição.

A corrida começou de maneira turbulenta, com incidentes ainda nas primeiras curvas e sucessivas mudanças na ordem da categoria. O BMW #32 precisou construir sua recuperação ao longo das seis horas, com Darren Leung e Sean Gelael mantendo o carro na disputa antes da entrada de Farfus para o trecho decisivo.

As diferentes intervenções do safety car nem sempre favoreceram o trio, obrigando a equipe a recuperar posições mais de uma vez.

Na fase final, porém, o BMW estava competitivo e Farfus aproveitou a oportunidade.

Com pressão, tráfego e pouco tempo restante, o brasileiro avançou sobre os adversários até assumir a liderança e garantir a vitória do Team WRT.

“Durante toda a corrida tivemos ritmo, mas cada safety car veio no momento errado, então avançávamos e depois voltávamos a perder posições. Não foi fácil. Eu precisava atacar. Estou feliz com o que conseguimos”, afirmou Farfus após a prova.

O companheiro Darren Leung destacou justamente a atuação do brasileiro no encerramento da corrida, classificando como especial o que Farfus conseguiu fazer sob pressão para levar o trio à vitória.

BRASIL NO FIA WEC

Além de Augusto Farfus na LMGT3, o Brasil esteve representado em Fuji por Pipo Derani, na categoria Hypercar, com o Genesis GMR-001 #17, e por Eduardo “Dudu” Barrichello, na LMGT3, com o Aston Martin Vantage #23 da Heart of Racing.

A presença dos três pilotos reforça o momento do Brasil no Campeonato Mundial de Endurance e a conexão crescente do público brasileiro com a principal competição de endurance do automobilismo mundial.

Depois da vitória de Farfus no Japão, as atenções se voltam para a sequência da temporada do FIA WEC e, no Brasil, também para a próxima edição das 6 Horas de São Paulo, que será realizada de 9 a 11 de julho de 2027, no Autódromo de Interlagos.

 

PRÓXIMA PARADA: BARCELONA

Após Fuji, o FIA WEC retorna à Europa para a reta final da temporada. A próxima etapa será inédita: as 6 Horas de Barcelona, entre os dias 16 e 18 de outubro, no Circuit de Barcelona-Catalunya, na Espanha. A prova entra no calendário de 2026 em substituição à etapa do Qatar e marcará a primeira visita do Campeonato Mundial de Endurance ao circuito catalão. Depois de Barcelona, a temporada segue para as 6 Horas de Monza, de 6 a 8 de novembro, que encerram o campeonato e substituem a etapa originalmente prevista no Bahrein.






INGRESSOS PARA O ROLEX 6 HORAS DE SÃO PAULO 2027

E enquanto a temporada 2026 entra em sua fase decisiva, o Brasil já começa a contagem regressiva para 2027. As vendas de ingressos para o Rolex 6 Horas de São Paulo 2027 serão abertas no dia 15 de setembro. A próxima edição brasileira do FIA WEC será disputada de 9 a 11 de julho de 2027, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.

 

Valores do 1º lote – Rolex 6 Horas de São Paulo 2027

Setor

Sexta-feira

Sábado

Domingo

3 dias

Arquibancada A

R$ 110

R$ 210

R$ 250

R$ 371

Arquibancada B

R$ 200

R$ 380

R$ 660

R$ 806

Arquibancada M

R$ 200

R$ 380

R$ 660

R$ 806

Pit Stop

R$ 200

R$ 380

R$ 660

R$ 806

Arquibancada D coberta

R$ 200

R$ 380

R$ 660

R$ 806

Os valores de meia-entrada começam em R$ 55 na Arquibancada A e R$ 100 nas arquibancadas cobertas.

Acesso às fotos do FIA WEC Rolex 6 Horas de São Paulo: 

https://www.dppi-images.fr/

ID: MediaWEC26

PASSWORD: Media2026!

Calendário FIA WEC 2026

 

Prólogo Oficial – Imola (Itália), 14 de abril

1ª etapa – 6 Horas de Imola (Itália), 17-19 de abril

2ª etapa – TotalEnergies 6 Horas de Spa-Francorchamps (Bélgica), 7-9 de maio

3ª etapa – 24 Horas de Le Mans (França), 10-14 de junho

4ª etapa – Rolex 6 Horas de São Paulo (Brasil), 10-12 de julho

5ª etapa – Lone Star Le Mans (Estados Unidos), 4-6 de setembro

6ª etapa – 6 Horas de Fuji (Japão), 25-27 de setembro

7ª etapa – 6 Horas de Barcelona (Espanha), 16-18 de outubro

8ª etapa – 6 Horas de Monza (Itália), 6-8 de novembro 




Sobre o Rolex 6 Horas de São Paulo

De 9 a 11 de julho de 2027, o Autódromo de Interlagos, em São Paulo, volta a receber o Campeonato Mundial de Endurance (FIA WEC) para mais uma edição do Rolex 6 Horas de São Paulo. Em 2026, o evento reuniu mais de 84 mil pessoas ao longo de três dias, consolidando-se como um dos grandes encontros do automobilismo internacional no Brasil.

Reunindo algumas das principais montadoras do mundo, grandes nomes das pistas e os carros das categorias Hypercar e LMGT3, o FIA WEC combina alta performance, inovação e tecnologia com corridas de longa duração. Em São Paulo, a experiência vai além da competição na pista: Fan Zone, shows, entretenimento, gastronomia e experiências para toda a família transformam o fim de semana em um verdadeiro festival de esporte, entretenimento e cultura, conectando a energia de São Paulo ao espírito das grandes provas de endurance e das 24 Horas de Le Mans.

Sobre o Campeonato Mundial de Endurance (FIA WEC)

O Campeonato Mundial de Endurance da FIA (FIA WEC) é um dos principais campeonatos do automobilismo mundial, oferecendo aos fabricantes uma plataforma para o desenvolvimento de tecnologias com relevância para os carros de produção, incluindo avanços em sistemas híbridos, desempenho, eficiência e segurança.

Disputado em diferentes continentes, o campeonato reúne provas de longa duração e coloca frente a frente alguns dos maiores fabricantes, equipes e pilotos do automobilismo internacional. Seu principal destaque são as 24 Horas de Le Mans, uma das provas mais tradicionais e prestigiadas do automobilismo e um dos grandes eventos esportivos do mundo.

Fonte : Imprensa - Rolex 6 Horas de São Paulo

Fotos: DPPI












Dia de pole position e vitória na corrida Sprint para Eric Granado e a Honda Racing no MOTO1000GP !

 Domínio da equipe Honda Racing neste sábado (26/9) de disputas pela sexta etapa do MOTO1000GP, o Brasileiro de Motovelocidade 2026. No desafiador traçado de Santa Cruz do Sul (RS), especialmente com o forte calor, Eric Granado e a motocicleta Honda CBR1000RR-R Fireblade SP foram os mais rápidos na Superpole e, mais tarde, garantiram a vitória na corrida Sprint da categoria GP1000, somando pontos importantes na luta pelo campeonato. Resultados que aumentaram a motivação e a expectativa para a prova das 13h deste domingo (27/9). 


A corrida do dia teve início com Granado em terceiro, mantendo-se próximo a Maxi Scheib e Theo Manna na complicada freada para a primeira curva. Consciente do bom acerto do equipamento, deixou Manna para trás e, na abertura da sexta volta, assumiu a liderança para não mais perdê-la. Pressionado até o fim, Granado mostrou toda a sua habilidade na defesa do primeiro lugar. 

"Eu não fiz uma largada muito boa, acabei perdendo um pouco ali, mas sabia que tinha um bom ritmo e possibilidade de ultrapassar. Fui com calma, fiz as ultrapassagens, coloquei o meu ritmo e conseguimos a vitória. Muito feliz, foi um ótimo trabalho da equipe. As condições estão bem difíceis, a pista muito quente, andei o tempo todo no limite. Vamos descansar e nos preparar para a segunda corrida, tenho certeza de que será um grande dia também", resumiu o piloto, na vice-liderança da tabela. 

Estreante na competição, o argentino Maxi Rocha vive um fim de semana de aprendizado e adaptação. Ele foi oitavo na Superpole e completou a corrida Sprint na sétima posição, também com uma Honda CBR1000RR-R Fireblade SP. 'Estou contente com a minha primeira corrida no Brasil. Ainda há muito trabalho pela frente para chegar no nível dos ponteiros, mas está tudo bem. O domingo deve ser diferente por causa do clima, já que a previsão é de chuva, o que muda bastante a situação para todo mundo", comentou Rocha. 

Outro representante da equipe, Kevin Fontainha se recupera de cirurgia e não compete em Santa Cruz do Sul. A Honda Racing de motovelocidade tem o patrocínio de Pro Honda, Honda Consórcio, Axalta, DiD, Ogio, NGK e Pirelli.

Honda Repsol César Barros Racing – Pódio e vitória também para a equipe satélite Honda Repsol César Barros Racing. Depois de ser o mais rápido ao longo dos treinos livres, Guilherme Brito saltou do quinto lugar do grid da Sprint para ser o terceiro na GP1000 com uma corrida agressiva. Kaká Fumaça foi mais uma vez o melhor na GP1000 Evo, para ampliar sua liderança na classificação.

Mobil Moto4 Latin Cup – Emoção até a bandeira quadriculada na prova válida pela 10ª etapa da Mobil Moto4 Latin Cup, categoria monomarca com as motocicletas Honda NSF250R que integra o programa "Road to MotoGP". Três primeiros no campeonato, o pole Alberto Enríquez, Kensei Matsudaira e Mahdi Salem formaram o pelotão de ponteiros, acompanhado pelo brasileiro Murilo Gomes, trocando constantemente de posições. Gomes deixou a luta pela vitória ao sofrer uma queda na penúltima volta. O equatoriano Enriquez cruzou na frente, seguido de perto pelo palestino Salem e pelo norte-americano Matsudaira. 

"Uma vitória muito bonita, estou bastante emocionado, trabalhamos muito no fim de semana e quando se trabalha assim o resultado vem. Agradeço a todos", festejou o vencedor e líder do campeonato. Neste domingo, a categoria volta à pista para a corrida que fecha a penúltima rodada da temporada. 

MOTO1000GP 2026 (6ª etapa) / Mobil Moto4 Latin Cup (10ª e 11ª etapas)
Autódromo Internacional de Santa Cruz do Sul (RS)

Resultados extraoficiais (cinco primeiros)

Corrida Sprint

GP1000
1 – #51 – Eric Granado – Honda Racing – Honda CBR1000RR-R Fireblade SP

2 – #7 – Maxi Scheib 
3 – #44 – Guilherme Brito – Honda Repsol César Barros Racing – Honda CBR1000RR-R Fireblade SP
4 – #77 – Theo Manna
5 – #1 – Ramiro Gandola 
7 – #23 – Maxi Rocha – Honda Racing – Honda CBR1000RR-R Fireblade SP

GP1000 Evo
1 – #36 – Kaká Fumaça – Honda Repsol César Barros Racing – Honda CBR1000RR-R Fireblade SP

2 – #56 – Julio Fortunato


Superpole


GP1000
1 – #51 – Eric Granado – 1:21.548 – Honda Racing – Honda CBR1000RR-R Fireblade SP
2 – #7 – Maxi Scheib – 1:21.719
3 – # 77 – Theo Manna – 1:22.352
4 – #1 – Ramiro Gandola – 1:22.483
5 – #44 – Guilherme Brito – 1:22.606 – Honda Repsol César Barros Racing – Honda CBR1000RR-R Fireblade SP
8 – #23 – Maxi Rocha – 1:24.026 – Honda Racing – Honda CBR1000RR-R Fireblade SP


GP1000 Evo
1 – #36 – Kaká Fumaça – 1:24.845 – Honda Repsol César Barros Racing – Honda CBR1000RR-R Fireblade SP 
2 – #56 – Julio Fortunato – 1:25.957


Mobil Moto4 Latin Cup


Corrida 1 (Etapa 10)
1 – #62 – Alberto Enriquez (Equador)
2 – #10 – Mahdi Salem (Palestina)
3 – #74 – Kensei Matsudaira (Estados Unidos)
4 – #64 – Ulyses Weyrauch (Estados Unidos)
5 – #34 – Andoni Dominguez (Nicarágua)


Programação*


Domingo (27/9)

Das 8h35 às 8h45 – Mobil Moto4 Latin Cup – Warm Up
Das 8h50 às 9h10 – GP1000 – Warm Up
10h – Mobil Moto4 Latin Cup – Corrida 2 (13 voltas)
13h – GP1000 – Corrida 2 (18 voltas)

* A programação é fornecida pela organização do evento e está sujeita a alterações.


Fonte : Mundo Press - Assessoria de Imprensa da Honda Racing Brasil

Foto :  J Capreti



quinta-feira, 24 de setembro de 2026

NASCAR Brasil: Pole Motorsport voa baixo, e também voa alto, no oval de Curvelo !

 Carros voando, disputas intensas e muita velocidade. O oval do Circuito dos Cristais entregou algumas das imagens mais espetaculares da temporada da NASCAR Brasil e a Pole Motorsport esteve entre os protagonistas do fim de semana. A equipe deixou Curvelo com um pódio de Ricardo Maurício (Chevrolet #90 / Cavaleiro Sports by Pole), uma vitória de Tatiana Calderón (Ford #25/ SG28 Racing by Pole), marcando historicamente como a primeira mulher a vencer na categoria, e a confirmação de que o trabalho de desenvolvimento realizado ao longo da temporada começa a transformar aprendizado em resultados.

Ricardo Maurício foi um dos grandes nomes da etapa desde os primeiros quilômetros. O Chevrolet Camaro #90 liderou todos os treinos em que esteve na pista e também foi o mais rápido no warm up. O desempenho era resultado de um trabalho iniciado ainda na etapa de Cuiabá, o outro oval visitado pela NASCAR Brasil na temporada.

Os dados coletados naquela prova ajudaram a Pole Motorsport a entender melhor o comportamento dos carros em pistas desse tipo. Em Curvelo, a equipe encontrou um acerto que funcionou tão bem no #90 que acabou servindo de referência para os outros três carros do time.

“Como tivemos um bom desempenho no circuito oval em Cuiabá, coletamos bons dados e conseguimos entender o comportamento dos carros para esse tipo de pista. Com essas informações em mãos, fizemos com que o carro #90 chegasse a Curvelo com o setup ideal”, explica Joselmo Barcik, chefe de equipe da Pole Motorsport.

Do penúltimo lugar ao pódio

O ritmo apresentado nos treinos, porém, não se transformou em uma disputa pela pole. Uma quebra de motor tirou Ricardo da tomada classificatória e o colocou para largar em penúltimo na primeira corrida, a qual concluiu na 11ª colocação. 

A partir daí, começou uma disputa de sobrevivência e recuperação. Ricardo precisou escapar dos acidentes, chegou a rodar no início da prova e, para completar a missão, passou a maior parte do certame utilizando apenas a quarta marcha. Ainda assim, levou o Chevrolet #90 até a bandeirada e terminou no pódio.

“O fator determinante foi à experiência do Ricardo em desviar dos acidentes e levar o carro até o fim, mesmo com adversidades. Na Corrida 2, com o carro funcionando plenamente, o piloto voltou a mostrar força. Largando em 11º, ganhou posições em um circuito conhecido pelas dificuldades de ultrapassagem e cruzou a linha de chegada em terceiro”, conta Joselmo.

E Tatiana fez história

Enquanto Ricardo protagonizava grandes recuperações, Tatiana Calderón (Ford Mustang #25) construía uma trajetória consistente durante todo o fim de semana. A piloto esteve constantemente entre os dez primeiros e, na Corrida 2, deu o passo que faltava: venceu.

O resultado marcou um momento especial para a Pole Motorsport, que está em seu primeiro ano na NASCAR Brasil. “A Tatiana vem em uma evolução grande na categoria. Como ela é sempre muito aplicada e detalhista, conseguimos entregar o carro em uma excelente condição e ela, com o dever de casa em dia, fez um excelente trabalho”, destaca Joselmo.

Para o chefe de equipe, a vitória é ainda mais significativa pelo estágio de desenvolvimento do projeto. “Tanto a categoria quanto os carros são novos para o time e para a maioria dos competidores. Essa vitória representa uma excelente capacidade de adaptação do nosso corpo técnico e dos pilotos. É uma satisfação e felicidade gigantescas para todos poder construir esse feito histórico da Tatiana Calderón”, detalhou.

Um carro como referência para quatro

O desempenho do Chevrolet #90 de Ricardo Maurício (Cavaleiro Sports by Pole Motorsport) também teve papel importante na evolução dos demais integrantes da equipe. Depois do primeiro treino, a Pole Motorsport decidiu utilizar o mesmo conceito de acerto nos quatro carros.

Ricardo passou a compartilhar suas impressões e referências com os companheiros, ajudando Dudes Castroneves (Chevrolet Camaro #34/Pole Motorsport), Bruna Tomaselli (Ford Mustang #97/ SG28 Racing by Pole) e Tatiana Calderón (Ford Mustang #25/ SG28 Racing by Pole), a acelerar o processo de adaptação ao oval.

“Os pilotos se adaptaram rápido ao traçado e o Ricardo, por estar mais rápido desde o início, foi passando todas as informações para os outros pilotos da equipe, que, com muita atenção, assimilaram tudo rapidamente”, explica Joselmo.

De Curvelo para os playoffs

O encerramento da fase regular também marca uma nova etapa para a equipe. Com o desenvolvimento acumulado nas últimas provas, a Pole Motorsport chega aos playoffs mais preparada e confiante para disputar as primeiras posições com seus quatro carros.

“Tem sido um período de grande aprendizado e evolução para todos. Chegamos à parte final do campeonato muito mais preparados e com a confiança de que poderemos disputar todas as próximas etapas em um excelente nível”, afirma Joselmo.

O próximo desafio será em Chapecó, de 30 de outubro a 1º de novembro, na abertura dos playoffs da NASCAR Brasil.

Depois de fazer os carros literalmente “ganharem asas” no oval de Curvelo, a Pole Motorsport chega à fase decisiva da temporada com uma combinação que vale tanto quanto velocidade: experiência, aprendizado, evolução e confiança.

A NASCAR Brasil Series conta com as montadoras Chevrolet e Ford, patrocínio de Pirelli, Shopee e Karter, além dos fornecedores oficiais Frum, Militec1, Servitec, Nano4you, Tecpads, Sparco, Viemar, Zanoello e Rodas Raw.

 

Calendário NASCAR Brasil Series 2026

Evento Pré-temporada – 22 de março – Circuito Panamericano Pirelli

1ª Etapa – 12 de abril – Santa Cruz do Sul (RS)

2ª Etapa – 03 de maio – Cascavel (PR)

3ª Etapa – 31 de maio – Interlagos (SP)

4ª Etapa – 28 de junho – Velocitta (SP)

5ª Etapa – 01 de agosto – Cuiabá (MT)

6ª Etapa – 23 de agosto – Londrina (PR)

7ª Etapa – 20 de setembro – Curvelo (MG)

8ª Etapa – 01 de novembro – Chapecó (SC)

9ª Etapa / Grande Final – 29 de novembro – Brasília (DF)

Fonte: NASCAR Brasil - Imprensa 

Fotos : NASCAR Brasil

















Paola Chiaravaglio é a campeã da segunda edição do campeonato feminino de e-Sports !

A segunda edição do campeonato feminino de e-Sports consagrou a argentina Paola Chiaravaglio como campeã e reforçou a vocação da competição para ampliar a participação feminina no automobilismo virtual. Criado inicialmente para o âmbito Brasil, virou um campeonato Sul-Americano, já na sua segunda temporada com um grid ampliado para 20 participantes classificadas e uma proposta cada vez mais abrangente: reunir meninas e mulheres de diferentes idades, experiências e trajetórias dentro do universo das corridas virtuais.

Para participar, basta ter acesso ao iRacing, uma das principais plataformas de simulação automobilística do mundo. A competição recebeu desde pilotas que já possuem experiência consolidada no ambiente virtual até mulheres que vieram das categorias mistas e estão dando os primeiros passos no e-Sports, além de entusiastas que encontraram no campeonato uma porta de entrada para o automobilismo competitivo.

A diversidade do grid foi um dos destaques desta segunda edição. Mais do que reunir mulheres que já competem no virtual, o campeonato criou um espaço para diferentes histórias e níveis de experiência, fortalecendo a presença feminina em uma modalidade que combina tecnologia, técnica e competição.

A ampliação para 20 vagas classificadas também representa um passo importante na consolidação do projeto. Além da disputa esportiva, as participantes tiveram acesso a premiação financeira no valor de R$ 12.400,00 para o top3 do campeonato, com a campeã recebendo o prêmio de R$ 7.000,00, a segunda colocada R$ 4.000,00 e terceira R$ 1.400,00, valorizando o desempenho das competidoras e contribuindo para a profissionalização do automobilismo virtual feminino.

Para Paola Chiaravaglio, campeã da segunda edição, o título representa não apenas uma conquista individual, mas também o crescimento de uma competição que abre espaço para novas pilotos.

“Estou muito feliz com esse título. É uma competição que vem crescendo e que tem uma importância enorme para nós, mulheres, porque reúne pilotos com diferentes experiências e mostra que existe espaço para todas. Ganhar a segunda edição torna esse momento ainda mais especial”, destacou.

A evolução do campeonato também é destacada pela presidente da Comissão Feminina de Automobilismo, Bia Figueiredo, que acompanhou de perto o desenvolvimento do projeto e a ampliação da participação feminina.

“É muito especial ver como o campeonato cresceu de uma edição para outra. Tivemos mulheres que já competiam no virtual, outras que vieram das categorias mistas e, também, participantes que estavam começando agora. Essa diversidade é justamente uma das grandes forças da competição”, ressalta.

A segunda edição contou com o apoio institucional da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA) e de parceiros como BRB, Porto e Chevrolet Consórcio, fundamentais para a realização e expansão do campeonato.

O torneio, que utiliza o simulador iRacing com os carros de Fórmula 4, passou pelos circuitos de Okayawa, Navarra, Snetterton e Oscherleben e Oulton Park; as finais foram transmitidas ao vivo em canais parceiros.

 

CAMPEONATO SUL-AMERICANO

FIA GIRLS ON TRACK VIRTUAL 2026

 

1. Paola Chiaraviglio - 347

2. Antonella Bassani - 327

3. Mariana Dessbesell - 280

4. Isabelly Melniski - 194

5. Larissa Lambert - 192

6. Duda Branco - 186

7. Juliana Petruschky - 182

8. Paola Garcia - 182

9. Barbara Louly - 173

10. Isabelle Carastan - 127

11. Anna Nury - 126

12. Lara Kraft - 126

13. Daisy Marie - 124

14. Elise Lima - 117

15. Michaela Dias Leite - 103

16. Beatrice Moraes - 92

17. Adrielli Lorentz - 36

18. Amanda Tomasine - 10

19. Laura Falconi - 8

20. Iara Silveira - 0

 Fonte : MS2 Comunicação Integrada

Texto: Glauce Schütz

Assessora de Imprensa da Comissão Feminina de Automobilismo da CBA

Foto : Divulgação



Três brasileiros encaram as 6 Horas de Fuji neste fim de semana pelo FIA WEC !

 O Brasil terá três representantes no grid das 6 Horas de Fuji, sexta etapa da temporada 2026 do FIA World Endurance Championship (FIA WEC), que acontece neste fim de semana, de 25 a 27 de setembro, no Japão.

Na principal categoria do Mundial, a Hypercar, Pipo Derani estará ao volante do Genesis GMR-001 #17 da Genesis Magma Racing. Na LMGT3, o país será representado por Eduardo “Dudu” Barrichello, com o Aston Martin Vantage AMR LMGT3 #23 da Heart of Racing Team, e Augusto Farfus, com o BMW M4 LMGT3 Evo #32 da Team WRT.

A programação no Fuji Speedway começa já nesta sexta-feira, com duas sessões de treinos livres. No sábado acontecem o terceiro treino livre, as classificações e as Hyperpoles das duas categorias. A corrida de seis horas terá largada no domingo, às 11h no horário local, 23h de sábado no horário de Brasília.

Com a temporada entrando em sua reta decisiva, a etapa japonesa coloca os brasileiros em momentos diferentes do campeonato e nas duas categorias que compõem o grid atual do FIA WEC.

Pipo Derani representa o Brasil na Hypercar

Na categoria principal, o Brasil estará representado por Luis Felipe “Pipo” Derani, piloto do Genesis GMR-001 #17, que divide com André Lotterer e Mathys Jaubert.

A temporada 2026 marca a estreia da Genesis Magma Racing no FIA WEC e Derani está envolvido no projeto desde a fase de desenvolvimento do GMR-001, levando para o novo programa a experiência construída ao longo de uma carreira de destaque nas principais provas de endurance do mundo.

A equipe chega ao Japão em seu melhor momento desde a estreia. Na última etapa, disputada no Circuit of The Americas, em Austin, o Genesis #17 terminou na sétima colocação, melhor resultado da fabricante no Mundial até agora.

O resultado reforçou a evolução de um projeto ainda em sua primeira temporada e aumenta a expectativa para Fuji, única etapa asiática do calendário 2026 do FIA WEC.

Dudu Barrichello volta a uma pista especial

Na LMGT3, Eduardo “Dudu” Barrichello chega ao Japão em sua segunda temporada no Mundial e com boas lembranças de Fuji.

Em 2025, ainda em seu ano de estreia no FIA WEC, o brasileiro conquistou uma de suas poles justamente no circuito japonês. A temporada terminou com Dudu reconhecido como Revelação do Ano do FIA WEC.

Em 2026, Barrichello divide o Aston Martin Vantage AMR LMGT3 #23 da Heart of Racing Team com Gray Newell e Jonny Adam.

Na etapa anterior, em Austin, Dudu voltou a mostrar sua velocidade ao colocar o Aston Martin na pole position da LMGT3, resultado que o faz chegar ao Japão embalado para mais um fim de semana em uma pista onde já mostrou desempenho.

Farfus aposta na experiência e no histórico da BMW em Fuji

Também na LMGT3, Augusto Farfus chega ao Japão com a experiência de quem conhece profundamente as corridas de endurance e o trabalho da BMW.

Piloto oficial da fabricante alemã, o curitibano divide o BMW M4 LMGT3 Evo #32 da Team WRT com Darren Leung e Sean Gelael.

Fuji tem sido um circuito competitivo para o BMW M4 na era LMGT3 do FIA WEC. O modelo terminou entre os três primeiros nas duas edições anteriores disputadas no Japão desde a introdução da categoria, em 2024.

Para Farfus e a Team WRT, a etapa representa mais uma oportunidade de buscar um resultado importante antes das duas últimas provas da temporada.

Mais de 330 km/h e um dos setores mais técnicos do calendário

Localizado aos pés do Monte Fuji, o Fuji Speedway é um dos circuitos mais tradicionais do automobilismo japonês e apresenta um dos desafios mais particulares do calendário do Mundial de Endurance.

A pista tem 4,563 quilômetros e 16 curvas. Apesar de ser a segunda volta mais curta do calendário do FIA WEC, possui uma reta principal de 1,475 quilômetro, uma das mais longas do automobilismo mundial. Nela, os protótipos da categoria Hypercar podem superar os 330 km/h.

O contraste aparece no último setor, muito mais lento e técnico. Para as equipes, o desafio é encontrar um compromisso entre a eficiência aerodinâmica necessária para atingir altas velocidades na longa reta e a aderência exigida pelas curvas mais fechadas.

A imprevisibilidade também faz parte da história recente da prova. Em 2025, pela primeira vez em uma corrida do FIA WEC, nenhum vencedor de categoria havia largado das três primeiras filas do grid. Além disso, nenhum pole position das edições de 2024 e 2025 terminou a corrida no pódio.

Clima pode ser mais um desafio em Fuji

As condições meteorológicas são tradicionalmente um componente importante das corridas disputadas no Fuji Speedway. A localização do circuito, próximo ao Monte Fuji, pode trazer mudanças nas condições de pista ao longo de uma prova de seis horas.

Mudanças de temperatura, chuva ou períodos de pista úmida podem alterar completamente a estratégia de pneus e paradas nos boxes, acrescentando mais uma variável a uma corrida que historicamente produz resultados imprevisíveis.

Um circuito histórico para o Mundial de Endurance

Fuji faz parte da história do FIA WEC desde a temporada inaugural do campeonato, em 2012. O circuito japonês já recebeu 12 etapas do Mundial, sendo o quarto mais visitado da história da competição.

Sua relação com as provas de endurance começou ainda antes: entre 1982 e 1988, Fuji recebeu etapas do antigo Campeonato Mundial de Carros Esporte.

Na era moderna do FIA WEC, nenhuma fabricante construiu uma relação tão forte com a pista quanto a Toyota. Proprietária do Fuji Speedway desde 2000, a marca japonesa venceu nove das 12 corridas do Mundial realizadas no circuito, um aproveitamento de 75%.

A última vitória da Toyota em casa, no entanto, aconteceu em 2023.

Em 2025, Fuji também recebeu um marco para o campeonato ao ser palco da 100ª corrida da história do FIA World Endurance Championship, vencida pela Alpine na categoria Hypercar.

Disputa pelo título chega apertada ao Japão

Além da presença brasileira, a etapa de Fuji acontece em um momento decisivo na disputa pelos títulos da temporada.

Na Hypercar, Toyota e BMW chegam ao Japão separadas por apenas nove pontos no Mundial de Fabricantes, com 140 para a Toyota e 131 para a BMW. A Ferrari aparece logo atrás, com 114 pontos.

Entre os pilotos, a disputa também chega ao Japão empatada na liderança, aumentando a importância dos pontos distribuídos neste fim de semana.

Na LMGT3, a Corvette #33 chega ao Japão na liderança da classificação, em uma temporada marcada pelo equilíbrio entre os nove fabricantes presentes na categoria.

Depois de Fuji, restarão apenas duas etapas para a definição dos campeões de 2026.

Onde assistir às 6 Horas de Fuji no Brasil

A largada das 6 Horas de Fuji acontece às 23h de sábado, 26 de setembro, no horário de Brasília, com chegada prevista para as 5h de domingo.

A prova poderá ser acompanhada gratuitamente pelo YouTube nos canais Esporte na Band, JP Esportes e Grande Prêmio. O público também pode acompanhar a etapa pelo FIAWEC+, plataforma oficial de streaming do FIA World Endurance Championship.

 

Programação – horário de Brasília

Quinta-feira, 24 de setembro

Treino Livre 1: 22h15 às 23h45

Sexta-feira, 25 de setembro

Treino Livre 2: 2h30 às 4h

Sexta-feira, 25 para sábado, 26 de setembro

Treino Livre 3: 21h30 às 22h30

Sábado, 26 de setembro

Classificação LMGT3: 2h

Hyperpole LMGT3: 2h20

Classificação Hypercar: 2h40

Hyperpole Hypercar: 3h

Sábado, 26 para domingo, 27 de setembro

6 Horas de Fuji: largada às 23h de sábado e chegada prevista às 5h de domingo.

 

De Fuji para Interlagos: ingressos para as 6 Horas de São Paulo 2027 já estão à venda

Enquanto Pipo Derani, Dudu Barrichello e Augusto Farfus representam o Brasil no Japão, o público brasileiro já pode garantir presença no reencontro com o Mundial de Endurance em Interlagos.

As 6 Horas de São Paulo 2027 acontecem de 9 a 11 de julho, reunindo novamente no Autódromo de Interlagos os principais fabricantes, equipes e pilotos do FIA WEC.

Os ingressos do primeiro lote já estão à venda, com entradas para a Arquibancada A a partir de R$ 110. Para 2027, as arquibancadas cobertas B, M, Pit Stop e D passam a ter o mesmo valor, permitindo que o público escolha o setor principalmente pela localização e visão da pista.

Outra novidade é que todos os compradores de ingressos terão acesso gratuito à Fan Zone, que terá programação durante os três dias do evento.

Link oficial para compra

6 Horas de Fuji 2026

Etapa: 6 Horas de Fuji – FIA World Endurance Championship

Data: 25 a 27 de setembro de 2026

Circuito: Fuji Speedway – Japão

Extensão: 4,563 km

Curvas: 16

Reta principal: 1,475 km

Duração: 6 horas

Largada: domingo, 27 de setembro, às 11h no Japão / sábado, 26 de setembro, às 23h em Brasília

 

Acesso às fotos do FIA WEC Rolex 6 Horas de São Paulo: 

https://www.dppi-images.fr/

ID: MediaWEC26

PASSWORD: Media2026!

Calendário FIA WEC 2026

 

Prólogo Oficial – Imola (Itália), 14 de abril

1ª etapa – 6 Horas de Imola (Itália), 17-19 de abril

2ª etapa – TotalEnergies 6 Horas de Spa-Francorchamps (Bélgica), 7-9 de maio

3ª etapa – 24 Horas de Le Mans (França), 10-14 de junho

4ª etapa – Rolex 6 Horas de São Paulo (Brasil), 10-12 de julho

5ª etapa – Lone Star Le Mans (Estados Unidos), 4-6 de setembro

6ª etapa – 6 Horas de Fuji (Japão), 25-27 de setembro

7ª etapa – 6 Horas de Barcelona (Espanha), 16-18 de outubro

8ª etapa – 6 Horas de Monza (Itália), 6-8 de novembro 

Fonte : Imprensa - Rolex 6 Horas de São Paulo
Fotos : DPPI